A teoria da aprendizagem de Ausubel propõe que os conhecimentos prévios dos alunos sejam valorizados, para que possam construir estruturas mentais utilizando, como meio, esquemas mentais que permitem descobrir e redescobrir outros conhecimentos, caracterizando, assim, uma aprendizagem prazerosa e eficaz.
Para haver aprendizagem significativa são necessárias duas condições. Em primeiro lugar, o aluno precisa ter uma disposição para aprender: se o indivíduo quiser memorizar o conteúdo arbitrária e literalmente, então a aprendizagem será mecânica. Em segundo, o conteúdo escolar a ser aprendido tem que ser potencialmente significativo, ou seja, ele tem que ser lógica e psicologicamente significativo: o significado lógico depende somente da natureza do conteúdo, e o significado psicológico é uma experiência que cada indivíduo tem. Cada aprendiz faz uma filtragem dos conteúdos que têm significado ou não para si próprio.

Em resumo, o que é sugerido é a participação ativa do sujeito, sua atividade auto-estruturante, o que supõe a participação pessoal do aluno na aquisição de conhecimentos, de maneira que eles não sejam uma repetição ou cópia dos formulados pelo professor ou pelo livro-texto, mas uma reelaboração pessoal.
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Fiz um projeto de alfabetização com alfabeto móvel (2003/2018) baseado em minhas leituras e interpretações de Ausubel e Gardner.
Meus alunos iniciavam a leitura e um bimestre.
Uma experiência bem sucedida.
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De que forma Ausubel pode inspirar na metodologia com crianças de 2 anos sem hábitos de leitura?
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Uma maneira poderia utilizar vídeos como organizador prévio, até que desenvolvam um subsunçor.
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Bom dia.
Entendo ser necessário revisar o texto, pois em nenhum momento Ausubel fala sobre mapas conceituais. Esse conceito doi desenvolvido por Nowak, que contribuiu para a TAS.
Att.
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Prezado Carlos, agradecemos a colaboração. O termo “mapas conceituais” aparece no texto apontado pelo link. Este conteúdo não é nosso, mas uma indicação de leitura para quem deseja ter uma noção maior da TAS.
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